Para você que é fã do Batman veja as fotos da suíte que fica em Taiwan.
Acho que nem precisa ser muito fã do Batman para querer passar uma noite nesse quarto.
Mais informação Eden Motel
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Bacon 3D
Isto, meu amigos, é um BACON 3D , a galera do site SHAPEWAYS inventou esse brinquedinho feito em uma impressora 3D, eu o usaria como um belo acessório de decoração na minha mesa do trabalho.
Esse bacon 3D custa aproximadamente 15 euros e pode ser comprado aqui. Veja abaixo os videos e fotos.
Idealizado pelo Designer Joaquin Baldwin.
Esse bacon 3D custa aproximadamente 15 euros e pode ser comprado aqui. Veja abaixo os videos e fotos.
Idealizado pelo Designer Joaquin Baldwin.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Copa Kaiser 2012
Excelente reportagem sobre o futebol da várzea de São Paulo: Copa Kaiser 2012.
Futebol de várzea é vitrine para jogadores que buscam vaga no exterior
REGIANE TEIXEIRA
DE SÃO PAULO
fonte
A palavra várzea sempre significou uma grande extensão de terra plana. Como gíria, indica algo pejorativamente amador. Mas os chamados terrões têm sido disputados por centenas de equipes de futebol da cidade e passaram a servir de palco para concorridos campeonatos.
Os times amadores funcionam como vitrine para atletas em busca de uma chance em clubes profissionais menores no Brasil e no exterior. No Turma do Baffô, do Jardim Clímax, zona sul, a maioria dos atletas recebe dinheiro para jogar.
Com a final da 15ª edição marcada para o dia 18 de novembro, o evento completará 675 jogos entre 32 equipes da zona norte, 32 da zona sul, 96 da zona leste e 32 da zona oeste. As partidas foram disputadas em 33 campos, sendo 23 de terra batida, nove de grama sintética e apenas um oficial.
Até agora, só uma equipe conquistou a taça duas vezes, o Boa Esperança de São Mateus, da zona leste. Em 2011, o Baffô chegou à final e gastou R$ 45 mil no campeonato, valor que inclui de pagamento de jogadores a churrascos de comemoração. Neste ano, apesar de ter 80% do time renovado, o Baffô disputa novamente o título.
Não é a primeira vez que ele joga lá fora: já fez parte de times do Vietnã e da Turquia. "Na várzea, a gente joga por amor, no futebol profissional tem a questão financeira", diz ele, que nasceu na Vila Formosa, zona leste.
O caminho contrário também é recorrente, caso do meia-atacante Nenê, 26, do Baffô. Após atuar em times profissionais da capital e do Qatar, voltou para a várzea em 2011. "É uma oportunidade de ser visto", afirma ele, que trabalha como vendedor.
BAIRRISMO
O Esporte Clube Noroeste, fundado em 1974 na Vila Formosa, é um dos poucos que monta a equipe com jogadores do bairro. Também tem como chamariz três torcidas organizadas.
O envolvimento da comunidade com o time chamou a atenção do francês Sthepane Darmani, 38, que há mais de um mês acompanha o Noroeste para um documentário. "Essa é a raiz do futebol no Brasil e os estrangeiros vão se interessar por esse assunto com a proximidade da Copa."
Segundo o antropólogo Enrico Spaggiari, do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa sobre Futebol e Modalidades Lúdicas da USP, a escassez de campos ocorre mais na região central. "Vários foram desativados por conta de especulação imobiliária ou ocupações de moradia", diz ele, que deve finalizar em 2013 um levantamento com os campos de várzea da cidade.
Na ausência de campo ou de tempo, em muitas equipes os jogadores encontram-se só nos campeonatos. Na falta de dinheiro, Cláudio, do Baffô, por exemplo, bate na porta de comércios da vizinhança para arrecadar verba para o time. "Gasto R$ 2.000 por jogo, pagando cerca de R$ 50 a R$ 100 para cada jogador", diz ele. "A gente só toma prejuízo, mas se apega."
A organização da várzea, no entanto, não agrada a todo boleiro. Para o geógrafo Danilo Cajazeira, 30, que fez em 2009 o estudo "Geografia(s) do Futebol Contemporâneo em São Paulo", os campeonatos criam uma "elitização". "Esse evento [Copa Kaiser] é um outro nível dentro da várzea. É uma estratificação." Em 2006, ele fundou o Autônomos Futebol Clube, que começou como um time de society. Um ano depois, migrou para a várzea.
Em 2010, o time foi para a Europa participar da Copa do Mundo Alternativa e ver como funciona a modalidade lá fora. "Há muitos campos públicos que ficam abertos, não têm cobrança e a qualidade é muito maior."
Neste ano, a Secretaria de Esporte, Lazer e Recreação investiu R$ 60 milhões em infraestrutura de 17 Clubes-Escolas e 85 CDCs. Para Cajazeira, trata-se de vitrine para a Copa de 2014. "A prefeitura quer embelezar a cidade, mas isso encarece a manutenção."
Como em São Paulo os campos públicos são administrados por clubes ou pessoas do bairro, os preços são definidos pelos CDCs, diz a secretaria.
Final - Copa Kaiser
Turma do Baffô (Jardim Clímax) x Ajax (Vila Rica)
Dia 18, horário não definido.
Estádio do Pacaembu. Pça. Charles Muller, s/ nº, Pacaembu, região oeste. Entrada gratuita.
Futebol de várzea é vitrine para jogadores que buscam vaga no exterior
REGIANE TEIXEIRA
DE SÃO PAULO
fonte
A palavra várzea sempre significou uma grande extensão de terra plana. Como gíria, indica algo pejorativamente amador. Mas os chamados terrões têm sido disputados por centenas de equipes de futebol da cidade e passaram a servir de palco para concorridos campeonatos.
Os times amadores funcionam como vitrine para atletas em busca de uma chance em clubes profissionais menores no Brasil e no exterior. No Turma do Baffô, do Jardim Clímax, zona sul, a maioria dos atletas recebe dinheiro para jogar.
Essa é uma característica dos times que chegam quase a se profissionalizar para estar na Copa Kaiser. Maior campeonato do estilo, hoje possui duas divisões com 192 times cada uma. Quatro anos atrás, era apenas uma divisão com 208 times.
Com a final da 15ª edição marcada para o dia 18 de novembro, o evento completará 675 jogos entre 32 equipes da zona norte, 32 da zona sul, 96 da zona leste e 32 da zona oeste. As partidas foram disputadas em 33 campos, sendo 23 de terra batida, nove de grama sintética e apenas um oficial.
Até agora, só uma equipe conquistou a taça duas vezes, o Boa Esperança de São Mateus, da zona leste. Em 2011, o Baffô chegou à final e gastou R$ 45 mil no campeonato, valor que inclui de pagamento de jogadores a churrascos de comemoração. Neste ano, apesar de ter 80% do time renovado, o Baffô disputa novamente o título.
Apesar do investimento de alguns times em "salários", que vão de R$ 100 a R$ 300 para jogador por partida, a Copa Kaiser não tem premiação em dinheiro. Mesmo assim, muitos fazem questão de participar. "Se um time não jogou [a Copa Kaiser], não é ninguém", diz Claudinei Rosa, 43, o Cláudio, presidente do Baffô.
Para os jogadores com aspirações profissionais, a várzea é uma atividade rentável enquanto não surgem bons contratos. O atacante Fabinho, 27, jogou sua última partida no mês passado com a camisa dez do Noroeste, na semifinal da Copa Kaiser. No mesmo dia, embarcou para a Índia, para atuar no Brothers Union.
Para os jogadores com aspirações profissionais, a várzea é uma atividade rentável enquanto não surgem bons contratos. O atacante Fabinho, 27, jogou sua última partida no mês passado com a camisa dez do Noroeste, na semifinal da Copa Kaiser. No mesmo dia, embarcou para a Índia, para atuar no Brothers Union.
Não é a primeira vez que ele joga lá fora: já fez parte de times do Vietnã e da Turquia. "Na várzea, a gente joga por amor, no futebol profissional tem a questão financeira", diz ele, que nasceu na Vila Formosa, zona leste.
O caminho contrário também é recorrente, caso do meia-atacante Nenê, 26, do Baffô. Após atuar em times profissionais da capital e do Qatar, voltou para a várzea em 2011. "É uma oportunidade de ser visto", afirma ele, que trabalha como vendedor.
BAIRRISMO
O Esporte Clube Noroeste, fundado em 1974 na Vila Formosa, é um dos poucos que monta a equipe com jogadores do bairro. Também tem como chamariz três torcidas organizadas.
O envolvimento da comunidade com o time chamou a atenção do francês Sthepane Darmani, 38, que há mais de um mês acompanha o Noroeste para um documentário. "Essa é a raiz do futebol no Brasil e os estrangeiros vão se interessar por esse assunto com a proximidade da Copa."
Nas finais dos campeonatos, até os torcedores de outros times aparecem para investigar os adversários. O metalúrgico Maurício Pereira dos Santos, 44, é torcedor do Ajax (homônimo do time holandês), da Vila Rica, zona leste, mas foi acompanhar a semifinal entre o Turma do Baffô e o Noroeste, no dia 20. O também corintiano queria saber o que seu time vai enfrentar caso chegue à final, no dia 18.
No mesmo dia, Valdir Bezerra, 61, o Boca, era outro que acompanhava a partida. Palmeirense, ele ainda é torcedor do Leões da Geolândia, da Vila Medeiros, e do Juventus da Liberdade. "Gosto de ir a jogo que tem torcida", diz, mostrando as tatuagens que tem dos dois times de coração da várzea. Já na torcida do Turma do Baffô, o eletricista Betinho da Silva, 53, dá bronca nos jogadores. Ele afirma dar R$ 150 por jogo para ajudar o time.
FALTA DE ESPAÇO
Apesar dos 286 campos públicos, os chamados Clubes da Comunidade (CDCs), falta espaço para os amadores. A sede do Juventus da Liberdade, por exemplo, fica na Baixada do Glicério, região central, mas o time percorre 12 km para jogar na Vila Maria, zona norte. "Tentamos jogar na Aclimação, mas é muita burocracia", diz Jorlando Messias, 42, presidente da equipe.
No mesmo dia, Valdir Bezerra, 61, o Boca, era outro que acompanhava a partida. Palmeirense, ele ainda é torcedor do Leões da Geolândia, da Vila Medeiros, e do Juventus da Liberdade. "Gosto de ir a jogo que tem torcida", diz, mostrando as tatuagens que tem dos dois times de coração da várzea. Já na torcida do Turma do Baffô, o eletricista Betinho da Silva, 53, dá bronca nos jogadores. Ele afirma dar R$ 150 por jogo para ajudar o time.
FALTA DE ESPAÇO
Apesar dos 286 campos públicos, os chamados Clubes da Comunidade (CDCs), falta espaço para os amadores. A sede do Juventus da Liberdade, por exemplo, fica na Baixada do Glicério, região central, mas o time percorre 12 km para jogar na Vila Maria, zona norte. "Tentamos jogar na Aclimação, mas é muita burocracia", diz Jorlando Messias, 42, presidente da equipe.
Segundo o antropólogo Enrico Spaggiari, do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa sobre Futebol e Modalidades Lúdicas da USP, a escassez de campos ocorre mais na região central. "Vários foram desativados por conta de especulação imobiliária ou ocupações de moradia", diz ele, que deve finalizar em 2013 um levantamento com os campos de várzea da cidade.
Na ausência de campo ou de tempo, em muitas equipes os jogadores encontram-se só nos campeonatos. Na falta de dinheiro, Cláudio, do Baffô, por exemplo, bate na porta de comércios da vizinhança para arrecadar verba para o time. "Gasto R$ 2.000 por jogo, pagando cerca de R$ 50 a R$ 100 para cada jogador", diz ele. "A gente só toma prejuízo, mas se apega."
A organização da várzea, no entanto, não agrada a todo boleiro. Para o geógrafo Danilo Cajazeira, 30, que fez em 2009 o estudo "Geografia(s) do Futebol Contemporâneo em São Paulo", os campeonatos criam uma "elitização". "Esse evento [Copa Kaiser] é um outro nível dentro da várzea. É uma estratificação." Em 2006, ele fundou o Autônomos Futebol Clube, que começou como um time de society. Um ano depois, migrou para a várzea.
Em 2010, o time foi para a Europa participar da Copa do Mundo Alternativa e ver como funciona a modalidade lá fora. "Há muitos campos públicos que ficam abertos, não têm cobrança e a qualidade é muito maior."
Neste ano, a Secretaria de Esporte, Lazer e Recreação investiu R$ 60 milhões em infraestrutura de 17 Clubes-Escolas e 85 CDCs. Para Cajazeira, trata-se de vitrine para a Copa de 2014. "A prefeitura quer embelezar a cidade, mas isso encarece a manutenção."
Como em São Paulo os campos públicos são administrados por clubes ou pessoas do bairro, os preços são definidos pelos CDCs, diz a secretaria.
Final - Copa Kaiser
Turma do Baffô (Jardim Clímax) x Ajax (Vila Rica)
Dia 18, horário não definido.
Estádio do Pacaembu. Pça. Charles Muller, s/ nº, Pacaembu, região oeste. Entrada gratuita.
domingo, 4 de novembro de 2012
Bacon Sushi
Bacon é uma bênção dos céus. Fritar ou assar, não importa o que você faça com ele, é sempre perfeito.
Este falso prato "japonês" vai mudar a maneira de comer sushi autêntico ... para sempre! Envolva tudo com tiras de bacon.... violará a lei sushi, mas quem se importa?
Tente envolver bacon em tudo que você come, e logo, logo, você vai começar a ver as coisas sob uma luz diferente !!
Fonte
Este falso prato "japonês" vai mudar a maneira de comer sushi autêntico ... para sempre! Envolva tudo com tiras de bacon.... violará a lei sushi, mas quem se importa?
Tente envolver bacon em tudo que você come, e logo, logo, você vai começar a ver as coisas sob uma luz diferente !!
Fonte
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Cigarro mata - Campanha Criativa.
Veja abaixo imagens criativas para incentivar o não consumo do cigarro.
CIGARRO MATA.
Malefícios do Cigarro.
Os principais malefícios à saúde relacionados ao tabagismo referem-se às doenças do sistema cardiovascular, sendo o tabagismo um fator de risco importante para infarto do miocárdio (ataque cardíaco), doenças do trato respiratório como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e enfisema, e câncer, particularmente câncer de pulmão e câncer de laringe e boca. Antes da Primeira Guerra Mundial, o câncer de pulmão era considerado uma doença rara, a qual a maioria dos médicos poderia jamais ver durante sua carreira profissional. Com o crescimento da popularidade do tabagismo após a guerra, houve um aumento epidêmico de câncer de pulmão.
A incidência de impotência sexual é aproximadamente oitenta e cinco por cento maior em fumantes masculinos do que em não fumantes e é uma causa importante de disfunção erétil. O tabagismo leva à impotência por causar o estreitamento das artérias (do pênis e do corpo).
CIGARRO MATA.
Os principais malefícios à saúde relacionados ao tabagismo referem-se às doenças do sistema cardiovascular, sendo o tabagismo um fator de risco importante para infarto do miocárdio (ataque cardíaco), doenças do trato respiratório como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e enfisema, e câncer, particularmente câncer de pulmão e câncer de laringe e boca. Antes da Primeira Guerra Mundial, o câncer de pulmão era considerado uma doença rara, a qual a maioria dos médicos poderia jamais ver durante sua carreira profissional. Com o crescimento da popularidade do tabagismo após a guerra, houve um aumento epidêmico de câncer de pulmão.
A incidência de impotência sexual é aproximadamente oitenta e cinco por cento maior em fumantes masculinos do que em não fumantes e é uma causa importante de disfunção erétil. O tabagismo leva à impotência por causar o estreitamento das artérias (do pênis e do corpo).
terça-feira, 30 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Motivando seus empregados: ROWE - Results Only Work Environment
Você sabe o que é ROWE?
ROWE (Results Only Work Environment ) é uma filosofia de gestão baseada na premissa de que dar empregados o controle completo sobre o seu tempo é a melhor maneira de aumentar produtividade no local de trabalho criada por Jody Thompson e Cali Ressler.
Veja o TED abaixo do Dan Pink falando sobre como motivar seus empregados e aumentar sua produtividade e cita o ROWE.
Veja abaixo a matéria da CBS falando sobre ROWE:
What Is a Results-Only Work Environment?
Ask any manager to describe the best way to evaluate direct reports and she's likely to mention results — that is, how well employees perform tasks and accomplish goals. But according to former Best Buy HR managers Cali Ressler and Jody Thompson, few managers actually evaluate on that basis. Instead, most managers reward employees based on how much time they log at the office or how well they navigate office politics. To correct this common problem, Ressler and Thompson developed the Results-Only Work Environment (ROWE) at Best Buy.
ROWE is a management philosophy based on the premise that giving employees complete control over their time is the best way to increase productivity in the workplace. If Best Buy is any example, the system can work: Departments that use ROWE report average productivity increases of 35 percent. Now Ressler and Thompson have spun off their own company, CultureRx, and written a book, Why Work Sucks and How to Fix It. As their idea gains media attention, the question is whether or not ROWE can work outside of Best Buy.
How It Works
As Ressler and Thompson put it in their book, “In a Results-Only Work Environment, people can do whatever they want, whenever they want, as long as the work gets done.” This is not simply company-sanctioned flextime. A true ROWE has unlimited paid vacation time, no schedules, no mandatory meetings, and no judgments from co-workers and bosses about how employees spend their days. In other words, managers trust employees to get their work done and do not mandate — or even comment on — when, where, or how it happens. Because everyone is evaluated based on what they accomplish, as opposed to how much time they spend looking busy at their desks, it becomes clear very quickly who is actually getting work done and who isn’t.
What this looks like on a daily basis is different for every employee. For example, one Best Buy e-learning specialist completes an entire month of work in two weeks so that he can spend the rest of the month following his favorite bands around the country, checking in with the office via email and cell phone. For someone else, it might mean working from 6 a.m. to 10 a.m. and then logging back online at 8 p.m., whether from the office, home, or a resort in Hawaii.
Why It Works
ROWE advocates say that a relentless focus on results forces managers and employees to be clear about job descriptions and expectations. Scott Jauman, a Lean Six Sigma Master Black Belt at Best Buy, says teams learn how to communicate more effectively and plan ahead around each other’s schedules. Plus, they learn to work together and back each other up in new ways. Ressler and Thompson call it cross-training: Employees tend to be more willing to fill in for co-workers when necessary, and in the process they learn new jobs.
Many of the productivity gains that result from a ROWE come from its effectiveness at retaining and motivating valued employees. At the same time, a ROWE exposes a team’s underperformers, the ones who used to get away with contributing little. The net result is a stronger team that can do more with less. For example, after migrating to a ROWE, Best Buy’s strategic sourcing and procurement team boosted employee retention by 27 percent and shed 10 low-performing employees. But the real proof was the huge uptick in performance: The department, which buys materials for the corporate environment, saw a 50 percent increase in cost reductions over two years.
Where It Works — and Where It Doesn’t
So far, Best Buy has implemented ROWE in most departments at its Minneapolis headquarters, where the company’s so-called knowledge work happens, but to date the philosophy has not made its way into environments other than offices. According to Best Buy, the company has discussed bringing ROWE to the retail floor but does not yet have a vision for how it would work. “ROWE obviously has some limitations in the service economy, where a number of jobs require coverage, like dealing with people in a hotel or retail store,” says Tammy Erickson, author of the Harvard Business blog.
Likewise, ROWE is ill-suited for industrial environments, says Lance Haun, who writes the YourHRGuy blog and heads up HR at an 800-person aerospace manufacturing company in Portland, Ore. “Our
operation has a lot of cogs going at the same time,” he says. “I think it would be very hard for [ROWE] to work even remotely well in this large-scale environment.”
Also unclear is how inherently time-driven workplaces such as stock brokerages and doctors’ offices, which must operate on the external schedules of entities like stock markets and patients, could offer employees complete control over their work hours. In addition to helping about 80 percent of Best Buy headquarters employees (roughly 3,200) migrate to a ROWE, Ressler and Thompson have successfully transitioned one other company, a small Wisconsin-based insurance brokerage firm. Several other companies are in the process of trying pilot programs.
Who It Works For
In theory, a ROWE would work for anyone whose work is project or task based, regardless of whether the employee is an individual contributor or part of a team. In practice, however, a ROWE comes with several caveats. Perhaps the most significant one is the fact that for a ROWE to be effective, it requires a mature, goal-oriented manager. Erickson points out that in traditional work environments, many employees complain that they can’t be measured by results because their leaders don’t articulate what they want them to accomplish. “A ROWE takes it to the next level and forces managers to figure out what they want done,” Erickson says, and not every manager will live up to that challenge. Employees, for their part, need to deliver.
“If you don’t have enough self-discipline to stay focused when away from the office, you will struggle,” says Jauman. Even for workers who choose to go into the office every day from 8 to 5, a ROWE necessarily requires more self-motivation because managers no longer play the role of supervisor. After two years, Best Buy saw a 77 percent increase on average in involuntary turnover across three ROWE departments — meaning, the number of people the company fired for underperformance soared.
Legal Issues
Thompson and Ressler admit that ROWE is complicated when it comes to issues such as nonexempt (hourly) workers. Federal law requires that hourly workers log the time they work so that they can be paid overtime if necessary. But part of the migration to ROWE is a psychological shift away from thinking about work in terms of time. Nonexempt workers in a ROWE would have the freedom to set their own hours, but by law they would also have to meet the very non-ROWE requirement of tracking their time in order to be paid.
ROWE (Results Only Work Environment ) é uma filosofia de gestão baseada na premissa de que dar empregados o controle completo sobre o seu tempo é a melhor maneira de aumentar produtividade no local de trabalho criada por Jody Thompson e Cali Ressler.
Veja o TED abaixo do Dan Pink falando sobre como motivar seus empregados e aumentar sua produtividade e cita o ROWE.
Veja abaixo a matéria da CBS falando sobre ROWE:
What Is a Results-Only Work Environment?
Ask any manager to describe the best way to evaluate direct reports and she's likely to mention results — that is, how well employees perform tasks and accomplish goals. But according to former Best Buy HR managers Cali Ressler and Jody Thompson, few managers actually evaluate on that basis. Instead, most managers reward employees based on how much time they log at the office or how well they navigate office politics. To correct this common problem, Ressler and Thompson developed the Results-Only Work Environment (ROWE) at Best Buy.
ROWE is a management philosophy based on the premise that giving employees complete control over their time is the best way to increase productivity in the workplace. If Best Buy is any example, the system can work: Departments that use ROWE report average productivity increases of 35 percent. Now Ressler and Thompson have spun off their own company, CultureRx, and written a book, Why Work Sucks and How to Fix It. As their idea gains media attention, the question is whether or not ROWE can work outside of Best Buy.
How It Works
As Ressler and Thompson put it in their book, “In a Results-Only Work Environment, people can do whatever they want, whenever they want, as long as the work gets done.” This is not simply company-sanctioned flextime. A true ROWE has unlimited paid vacation time, no schedules, no mandatory meetings, and no judgments from co-workers and bosses about how employees spend their days. In other words, managers trust employees to get their work done and do not mandate — or even comment on — when, where, or how it happens. Because everyone is evaluated based on what they accomplish, as opposed to how much time they spend looking busy at their desks, it becomes clear very quickly who is actually getting work done and who isn’t.
What this looks like on a daily basis is different for every employee. For example, one Best Buy e-learning specialist completes an entire month of work in two weeks so that he can spend the rest of the month following his favorite bands around the country, checking in with the office via email and cell phone. For someone else, it might mean working from 6 a.m. to 10 a.m. and then logging back online at 8 p.m., whether from the office, home, or a resort in Hawaii.
Why It Works
ROWE advocates say that a relentless focus on results forces managers and employees to be clear about job descriptions and expectations. Scott Jauman, a Lean Six Sigma Master Black Belt at Best Buy, says teams learn how to communicate more effectively and plan ahead around each other’s schedules. Plus, they learn to work together and back each other up in new ways. Ressler and Thompson call it cross-training: Employees tend to be more willing to fill in for co-workers when necessary, and in the process they learn new jobs.
Many of the productivity gains that result from a ROWE come from its effectiveness at retaining and motivating valued employees. At the same time, a ROWE exposes a team’s underperformers, the ones who used to get away with contributing little. The net result is a stronger team that can do more with less. For example, after migrating to a ROWE, Best Buy’s strategic sourcing and procurement team boosted employee retention by 27 percent and shed 10 low-performing employees. But the real proof was the huge uptick in performance: The department, which buys materials for the corporate environment, saw a 50 percent increase in cost reductions over two years.
Where It Works — and Where It Doesn’t
So far, Best Buy has implemented ROWE in most departments at its Minneapolis headquarters, where the company’s so-called knowledge work happens, but to date the philosophy has not made its way into environments other than offices. According to Best Buy, the company has discussed bringing ROWE to the retail floor but does not yet have a vision for how it would work. “ROWE obviously has some limitations in the service economy, where a number of jobs require coverage, like dealing with people in a hotel or retail store,” says Tammy Erickson, author of the Harvard Business blog.
Likewise, ROWE is ill-suited for industrial environments, says Lance Haun, who writes the YourHRGuy blog and heads up HR at an 800-person aerospace manufacturing company in Portland, Ore. “Our
operation has a lot of cogs going at the same time,” he says. “I think it would be very hard for [ROWE] to work even remotely well in this large-scale environment.”
Also unclear is how inherently time-driven workplaces such as stock brokerages and doctors’ offices, which must operate on the external schedules of entities like stock markets and patients, could offer employees complete control over their work hours. In addition to helping about 80 percent of Best Buy headquarters employees (roughly 3,200) migrate to a ROWE, Ressler and Thompson have successfully transitioned one other company, a small Wisconsin-based insurance brokerage firm. Several other companies are in the process of trying pilot programs.
Who It Works For
In theory, a ROWE would work for anyone whose work is project or task based, regardless of whether the employee is an individual contributor or part of a team. In practice, however, a ROWE comes with several caveats. Perhaps the most significant one is the fact that for a ROWE to be effective, it requires a mature, goal-oriented manager. Erickson points out that in traditional work environments, many employees complain that they can’t be measured by results because their leaders don’t articulate what they want them to accomplish. “A ROWE takes it to the next level and forces managers to figure out what they want done,” Erickson says, and not every manager will live up to that challenge. Employees, for their part, need to deliver.
“If you don’t have enough self-discipline to stay focused when away from the office, you will struggle,” says Jauman. Even for workers who choose to go into the office every day from 8 to 5, a ROWE necessarily requires more self-motivation because managers no longer play the role of supervisor. After two years, Best Buy saw a 77 percent increase on average in involuntary turnover across three ROWE departments — meaning, the number of people the company fired for underperformance soared.
Legal Issues
Thompson and Ressler admit that ROWE is complicated when it comes to issues such as nonexempt (hourly) workers. Federal law requires that hourly workers log the time they work so that they can be paid overtime if necessary. But part of the migration to ROWE is a psychological shift away from thinking about work in terms of time. Nonexempt workers in a ROWE would have the freedom to set their own hours, but by law they would also have to meet the very non-ROWE requirement of tracking their time in order to be paid.
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